| Home | Fórum de Cultura | Reivindicações da Cultura |

       
Reivindicações da cultura  

Cartas: Sobre as peleguices de Diadema
Uma vez pelego, sempre pelego?

Rafael Marques

Tem um cidadão de nome JOSÉ, um entre muitos pelegos que fazem parte da gestão atual da "cultura é direito social" que entojou palavras vazias nesta rede social pública, portanto passível de discussão, palavras estas disprovidas de conhecimento histórico pertinente relativo ao movimento contra a mudança do MAP, que se fosse um pouco mais inteligente entenderia que não setrata apenas do fato em sí, e sim uma denúncia ante a imcopetencia de um gestor inexperiente e mal assessorado que emcabeça, por não ter sido eleito vereador, a secretaria de cultura. O Map (que só manteve seu nome depois de muita resistência de um perseguido grupo de militantes às quais insistentemente são conotados de "petistas" em uma raciocínio primário e dicotômico que eles, por sua fraquesa e falta de estudo insistem em entoar, foi "reinaugurado em um cubículo, com meia duzia de obras do acervo que não cabem neste espaço.
Dentro deste caos de insanidade, não há mais "espaço" para o bom senso; as pessoas, como este cidadão, insistem em falar em "lados" tão entorpecido pelos privilégios dos quais desfrutam, e não querem largar. Esquecem que ninguém é o poder, pode se estar em uma posição, de poder, mas este se vai, e o que esta gestão vem plantando, além da perseguição é a descrença da população na política, a política sincera, a política em direção ao bem comum e não aos seus umbigos comissionados.


Este cidadão, privilegiado que é, tem publicado em diversas programações culturais um evento o qual realiza em um bairro da cidade de diadema, evento este que, de forma mágica torna-se um "evento" da prefeitura. Ora, tantos eventos de diversos artistas também mereceriam estar nesta programação, que é pública, mas estar "perto" acentua o privilégio. É bem fácil ter discurso opulento qundo se é privilegiado. è bem fácil discredibilizar um movimento de pessoas que buscaram nada mais do que o diálogo, a construção coletiva, e não um autoritarismo disfarçado de prerrogativa. Fica difícil, e dentro de todo um contexto, podem dizer sim que a pessoa que escreve estas palavras é de oposição. Que seja. oposição ao peleguismo, aos tapinhas nas costas, oposição á cargos comissionados com salários de 7.000,00 (afinal todo mundo quer fazer seu pezinho de meia). Oposição à ignorânica, e ingênuidade de quem pensa que tudo é para sempre. Pompas e discursos vazios não ajudam a consertar o rombo de credibilidade que esta gestão deixou, gestão desorganizada, gestão rancorosa e engessada, em que muitos para ganhar seus pontinhos vociferam pelas redes sociais asneiras colossais, para defender quem paga seus privilégios. Gestão que manobra, que adiou a votação da lei do Map, para o "reinaugurar" em um ato de quebra de braço. Falta muita coisa para esta cidade, em alguns casos falta o básico: vergonha na cara. Nos consolemos com o nada é para sempre.

 

Apresentação  
  Introdução  
  Texto Dalila Teles Veras  
Temáticas  
  Prestação de Contas  
  Equipamentos Públicos  
  Políticas Públicas  
  Gestão  
Histórico dos Grupos  
  Coletivo Hip Hop  
  Coletivo DiadeNega  
  MAP - Museu de Arte Popular de Diadema  
  Kizomba - Festa da Raça  
  Macacagueto  
  Samba  
Matérias  
  Prefeitura de Diadema 'esconde' museu e artistas fazem protestos (ABCDmaior 26/27-05-15)  
  Fórum Municipal de Cultura Acumula saldo de 90 mil (Diário regional 14-07-15)  
  Divergências marcam audiência Pública de cultura em Diadema (Diário regional 15-07-15)  
  Movimentos Culturais cobram secretário em Diadema (ABCDmaior 16-07-15)  
Vídeos  
  Tribunas Livres (2015)  
  Audiência Pública (14-07-15)  
Cartas  
  Júlio Tavares (15-07-2015)  
  José Aparecido Krichinak (15-07-2015)  
  José Aparecido Krichinak (29-09-2015)  
  Rafael Marques (27-09-2015)